quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Anime e Mangá: Usagi Drop (Yumi Unita)

Anime e Mangá: Usagi Drop (Yumi Unita)
Usagi Drop é uma série da mangaka Yumi Unita que começou a ser publicada no Japão pela revista Feel Young em Outubro de 2005 e chegou ao Brasil no ano passado pela editora NewPop (adoro as séries publicadas por essa editora!).

A história começa quando Daikichi Kawachi, um jovem solteiro, descobre que o avô que acabara de falecer deixou uma filhinha bastarda de 6 anos, a pequena e já bastante madura Rin Kaga. Após o funeral, a sua família se reúne para decidir o futuro da menina: estavam a ponto de deixá-la em um orfanato quando o rapaz interfere e toma a decisão de, ele mesmo, criá-la.


Imagens do anime

Daikichi, que é um cara todo atrapalhado, agora tem a missão de cuidar sozinho de Rin e precisa mudar toda a sua rotina: antes podia sair sem preocupações para beber com os colegas de trabalho; agora, porém, precisa até declinar a sua jornada para sair mais cedo e buscá-la na escolinha, fora diversas outras responsabilidades que o cuidar de uma criança proporciona. Aos pouquinhos vai aprendendo sobre essa sua nova tarefa com a própria garotinha e com outros personagens que vão surgindo ao longo da série, como a mãe de um colega de escola de Rin e com uma colega de trabalho.


O trailer do live-action

Por enquanto só chegaram um total de 3 edições de 10 aqui no Brasil e estou ansiosíssima para ler o restante da série, que acompanha o crescimento de Rin até a adolescência (veja as capas aqui). Enquanto a série ainda não foi completamente lançada, me contentei com os 11 episódios do anime (que se foca apenas na infância da garota) e é igualmente fofinho, e com o live-action, estrelado por Kenichi Matsuyama (o mesmo de Death Note) - que me fez chorar litros! ;-;

O mangá, que é uma mistura de comédia com drama, nos mostra como é o desafio de criar uma criança (especialmente sendo por um cara solteiro): desde a simples tarefa de pentear os cabelos pra fazer maria-chiquinhas (ou "orelhas de coelho", e daí vem parte do nome da série, usagi) ou consolar quando faz xixi na cama, até ser forte quando ela estiver doente e juntar as pecinhas do quebra-cabeça para encontrar a mãe que a abandonou. Nos mostra também que acompanhar o desenvolvimento de um outro ser é muito trabalhoso e requer sacrifícios, mas que vale muito a pena!

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Minha saga ruiva: Keraton Henna Cobre da Kert

Minha saga ruiva: Keraton Henna Cobre da Kert
Desde quando comecei a pesquisar por produtos para manter um cabelo ruivo bonito, vejo inúmeras resenhas positivas dos tonalizantes C. Kamura cobre e conhaque. Fui em busca desses produtinhos (queria testar os dois para ver qual tom ficaria melhor em mim!) na Ikezaki, mega loja de cosméticos localizada no bairro da Liberdade/SP, mas não encontrei nenhum dos dois. Por indicação da vendedora, acabei levando duas caixinhas da Keraton Henna Cobre (saiu R$15 cada).


Keraton Henna Cobre da Kert

A descrição na caixa da henna é a seguinte:

Keraton Henna Creme um novo conceito de formulação de coloração com tratamento cosmético, seguro e sustentável onde as características protetoras contra os danos da radiação solar do óleo de Tamaru, restauradoras do Karitê, nutrientes da Macadamia e hidratantes do Kukuí, aliados ao extrato de Henna e pigmentos suaves, colorem os cabelos com extrema naturalidade conferindo brilho, sedosidade, hidratação e maciez inigualáveis aos fios. Keraton Henna realça a coloração dos cabelos, dando mais vitalidade e devolvendo o brilho natural, de forma extremamente suave.

Falô ae, Keraton! Hidratação, nutrição, restauração e coloração em um só produto? Será que realmente funciona? Resolvi criar coragem e testar em casa mesmo!


Mais detalhes da embalagem

Antes, é claro, fiz dois testes de mechas: uma mecha com a henna pura e outra com uma mistura de henna e creme branco (na proporção 1:1). Achei que a mistura com creme ficou muito clarinha e parti logo para o produto puro!


Esperando tonalizar: minha camiseta do Massacration agradece! #sóquenão

Lavei os cabelos como solicitado no modo de usar (só molhei, na verdade, porque havia lavado no dia anterior), enxuguei um pouco com a toalha, calcei as luvinhas de plástico que vieram na caixinha, separei meus cabelos em quatro partes, passei gel na testa e orelhas para não correr o risco manchar e coloquei as mãos na mass... quer dizer, no creme! A cada parte dividida dos cabelos que pegava eu dividia mais uma vez em pequenas mechas, colocava o produto nas mãos (até lembrou bisnaga de ketchup de tão vermelho que é!) e aplicava da mesma forma que faço com o creme de hidratação, massageando um pouco. Havia comprado duas caixinhas, como falei, mas apenas uma foi o suficiente para o meu cabelo todo!


Fotos tiradas no IPad: Antes, com a Majirel 7.4 depois de um mês, e depois, após a aplicação da Keraton Henna Cobre

Não usei a touca que vem na embalagem para evitar que o produto saísse das pontas dos cabelos e ficassem depositados apenas na raiz, então deixei eles soltos mesmo! E foi a hora de esperar... De acordo com o fabricante, você pode deixar de 30 a 50 minutos - quanto mais tempo ficar nos cabelos, mais vibrante será o resultado! Resolvi deixar o tempo máximo mesmo para testar nesta primeira vez. Depois de esperar, lavei apenas com água, passei um pouco de condicionador e sequei como de costume. Voilá, confira nas fotos!


Meus cabelinhos com henna e flash

Fiquei feliz por ter conseguido usar o produto sozinha e não ter manchado, por outro lado não gostei muito da cor a princípio. Não que estivesse feio, mas achei que não tinha combinado com o meu tom de pele e nem com a cor das sobrancelhas; outra que me lembrou o laranjão neon da outra vez que pintei e me deu uma tristeza... ._. Nas fotos até que estavam aceitáveis, mas ao vivo foi outra história. Com a luz do Sol, então, piorou! E o contraste com a raiz não ficou muito bom também. Snif!


Meus cabelinhos com henna e sem flash

No dia seguinte eu até lavei com um shampoo anti-resíduos para tentar eliminar o excesso da henna (veja na foto abaixo como ficou): não mudou muita coisa, mas de acordo com a caixinha o cabelo fica com a pigmentação até seis ou oito lavagens. Aos poucos, conforme foi desbotando, fui gostando do resultado: lá pela quarta lavagem estava bem ao meu gosto! O legal é que ele desbota "por igual", sem manchar.


Fotos tiradas no IPad: Dentro de casa, embaixo do Sol e após lavar pela segunda vez

Keraton Henna Cobre realmente é um bom produto: meus cabelos ficaram muito mais brilhosos, macios e hidratados! O cheirinho também é muito gostoso, só que depois de um tempo atacou a minha rinite. :/

[Outras blogueiras que também usaram Keraton Henna Cobre]
Veja também os posts que outras blogueiras escreveram sobre a henna e como ficou o resultado em seus cabelos!


Alynne, Tina Szabado e Talita Endo

+ Testei: Tonalizante Keraton Henna Cobre, do blog Capprichando
+ Testei: Novo Keraton Henna, cor "Cobre" - da Kert, do blog Make coisa e tal
+ Dica para ruivas: Henna cobre, do blog Umbigo sem fundo
+ Eu usei: Keraton Henna cobre, do blog Terapia Feminina
+ Testei: Keraton henna tonalizante cobre, do blog Buteco para garotas

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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Livro: Persuasão (Jane Austen)

Livro: Persuasão (Jane Austen)
Completei no ano passado a minha coleção de livros da Jane Austen (aqueles pockets da BestBolso) e, como estava com saudades dos seus romances, resolvi ler Persuasão - na verdade porque era o mais curtinho dos que eu ainda faltava ler! Hihihih :3

A história, que foi publicada originalmente em 1818 e foi a última escrita pela autora, gira em torno de Anne Elliot, que vive com o seu pai, o baronete Walter Elliot, e sua irmã, Elizabeth (que passou a tomar conta da casa após a morte da mãe). Devido aos gastos exacerbados, a família resolve alugar sua propriedade aos Croft e se mudam para Bath.

Anne tem outra irmã, Mary, que é casada com Charles Musgrove e vive Uppercross Hall. A protagonista é a única que consegue conviver com o caráter de Mary e sempre que possível passa um tempo em sua propriedade para cuidar da saúde da irmã.


Imagens do filme de 2007 pela BBC

Nessas idas e vindas à Bath, ao vilarejo de Uppercross Hall e à propriedade alugada por sua família - entre passeios, bailes, jantares -, a moça reencontra o seu antigo amor, Frederick Wentworth. Ambos foram noivos há 8 anos, mas Anne acabou sendo persuadida por sua amiga e mentora, Lady Russell, e rompeu com o rapaz pois era pobre na época - atualmente ele é um oficial da marinha. Agora, com 27 anos, sente-se arrependida já que tudo indica que Wentworth está atraído por sua vizinha Louisa Musgrove, e seu primo Mr. William Elliot e herdeiro de seu pai deseja tomá-la como sua noiva - e todos os rumores da sociedade em que vive apoiam a decisão.


O trailer do filme de 2007 pela BBC

Confesso que o livro não é dos meus favoritos da autora e penei para lê-lo: muitas vezes parei com a leitura porque achava tudo muito enrolado; apesar de a história ter sido mais curta que as demais, não me envolvi tanto. Contudo, é um bom livro para termos uma noção de como era a cultura da classe alta britânica em meados do século XIX, e o aprofundamento psicológico das personagens e as reflexões sobre o amor e a capacidade de persuadir (e também de amadurecer e se livrar dessas amarras de ser persuadida facilmente) que a autora promove são incríveis!

"Há casos em que um conselho pode ser tanto bom quanto mau - dependerá dos acontecimentos."

Exitem algumas adaptações da obra tanto para televisão como para cinema. Recentemente assisti ao filme de 2007 da BBC, estrelado por Sally Hawkins e Rupert Penry-Jones: não é tão fiel ao livro - achei a Anne um tanto mais sentimental, inclusive, e o enredo um pouco mais dramático -, mas é uma ótima adaptação!

Fontes: Wikipédia e Filmow

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Livro interativo: Q&A a day 3*year journal

Livro interativo: Q&A a day 3*year journal
Depois de ver diversas resenhas positivas em blogs e vlogs, saí em busca do meu Q&A a day. Ele é um livro interativo publicado pela Potter Style e vem com 365 páginas para você preencher durante um longo período de tempo: a versão mais popular é o de 5 anos, mas encontrei apenas o de 3 - a diferença é que este último tem as páginas decoradinhas e perguntas mais voltadas ao público adolescente, mas nada que torne a experiência insignificante se você for adulto e resolver preencher também!


Q&A a day 3*year journal: o livro interativo voltado ao público adolescente

Em cada uma de suas páginas contém a data (dia, mês e lacunas para os anos), uma pergunta e espaços para você responder. Ele é mais um daqueles livros interativos (ou journals) com a obrigatoriedade de preencher todos os dias, mas é bem mais simples se comparado ao 1 página de cada vez em que você tem que fazer certas tarefas que demandam muito tempo: no Q&A basta responder à uma pergunta e isso não leva mais que 5 minutos!


"Como seria uma estátua sua?"

As perguntas (todas em inglês) são bem variadas: Alguém já espalhou algum boato sobre você? Qual foi o melhor relacionamento que você já teve? Quem te deixa nervoso? O que você pensa sobre igualidade entre os sexos? O melhor momento do dia é ______. Quais os problemas que você acha que sua geração vai resolver? O que você queria que fosse suficientemente corajoso(a) para realizar?


"Qual a foto que melhor te representa?"

A ideia é que você preencha com as suas respostas todos os dias durante o período estipulado (3 ou 5 anos, dependendo da versão que adquirir) e no final compare-as para refletir sobre as suas mudanças no decorrer desses anos e ter algumas memórias para guardar!


"Você gosta de silêncio ou barulho?"

Mais um livro interativo que tenho gostado demais de me dedicar em minhas horas livres! O interessante é que nos promove também uma autorreflexão: há muitas questões que eu sequer pararia para pensar a respeito, mas que o livro acaba nos forçando a refletir!

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

HQ: Minha madrinha bruxa (Jill Thompson)

HQ: Minha madrinha bruxa (Jill Thompson)
Jill Thompson é uma autora e ilustradora que nasceu nos EUA e trabalhou em diversas séries para a DC Comics/Vertigo, como Mulher Maravilha, Monstro do Pântano, Orquídea Negra, Os Invisíveis, iniciou uma aclamada parceria com Neil Gaiman em Sandman, e criou HQs para editoras como a Marvel e a Dark Horse. Já fazia um tempo em que estava namorando sua série Minha madrinha bruxa só por olhar pela capa, que foi publicada aqui no Brasil pela editora NewPop (aliás, a maioria dos mangás que estou comprando atualmente foram publicados por eles!) e traz um compilado de seis histórias.

Tudo começa quando Hanna Marie, uma garotinha que morria de medo de monstros, sai sem seus pais pela primeira vez em busca de gostosuras ou travessuras - bingo! é dia de Halloween!


Hanna empolgadaça por causa do Halloween

É claro que Hanna não vai sozinha: o primo Jimmy e sua turma a acompanham durante essa tarefa. Mas o garoto logo fica entediado porque a menina anda MUITO devagar e pode atrasá-los para conseguir uma grande porção de doces... É aí que vem a ideia endiabrada: Jimmy leva a prima em frente a uma casa supostamente assombrada e inventa uma história de que, se a criança mais nova não deixar doces em seu porão, os monstros podem sair de lá e comer cada criança do mundo! Sim, ele conta na esperança de que Hanna se assuste e volte para casa mais cedo, mas não esperava que seria realmente corajosa de entrar lá!


Coloração: predominância do laranja, azul acinzentado e verde

A turma de Jimmy a segue disfarçadamente e começa a fazer barulhos para deixá-la mais apavorada, mas Hanna continua focada em sua missão. Até... começar a chorar muito! Assim aparece a sua madrinha bruxa para socorrê-la - que é uma espécie de fada madrinha que surge apenas quando tudo parece muito assustador -, e apresentá-la a todas as coisas que fazem barulho à noite! Logo a garotinha conhece algumas criaturas que pareciam horripilantes (morcegos, uma caveira, um monstro) e acaba perdendo os seus medos!

Essa é apenas a primeira história que serve de apresentação ao mundo e companheiros da Embaixadora dos Sustos (esse é o outro título da madrinha). As outras cinco exploram ainda mais as personagens e esse outro universo.


Hanna assumindo o lugar de sua madrinha quando ela ficou gripada

A publicação é uma mistura de livro infantil com HQ: ora há toda uma narração das passagens, mas tem também todo aquele diálogo com os balõezinhos típicos de HQs. O que me deixou muito encantada foi o cuidado da autora em elaborar as ilustrações: em cada quadrinho ela explora de forma muito rica os cenários, personagens e outros mínimos detalhes, além de a coloração ser bonita demais (prevalecendo muitas vezes o laranja das abóboras, um azul acizentado da escuridão e o verde).

A série recebeu o prêmio Eisner em 2001 (o mais importante da indústria) e chegou a ser adaptado para o teatro e animação em 3D (mas fiquem longe, porque nem é tão bacana assim!).


A série é uma mescla de livro infantil com HQ

O preço é meio salgadinho: aproximadamente R$70! Mas garanto que vale o investimento por essas 208 páginas de diversão e encantamento! :)

Fonte: NewPop

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Minha saga ruiva: Beauty color 7.4 com ox 20

Minha saga ruiva: Beauty color 7.4 com ox 20
Me perdoem pelas fotos de baixíssima qualidade e sem muito contraste tiradas do celular e IPad, mas só encontrei essas sem filtros!

No último episódio de Minha saga ruiva, vocês viram que fiquei com os cabelos cor de salsicha e depois joguei a Color Perfect da Wella de número 6 para arrumar o tom (porque se eu tivesse pintado direto com uma tonalidade acobreada continuaria neon). Deixei a ansiedade um pouco de lado e esperei exatamente 2 meses até desbotar bastante para finalmente pintar de novo!

Gostei muito da cor que tinha ficado mesmo desbotado, mas a raiz estava me incomodando porque já tinha uns 2cm. De acordo com a minha cabeleireira, para que mantivesse com a mesma tonalidade (ou aproximadamente) eu deveria pintar agora com o 7.4. No salão em que ela trabalha estava em falta, então procurei em diversas perfumarias próximas à minha residência mas não encontrei nada... Foi quando, perto do salão mesmo, encontrei esta numeração apenas da marca Beauty Color. Não conhecia ninguém que tivesse usado para ver se prestava, mas estava desesperada e comprei assim mesmo (paguei aproximadamente R$15 por cada uma das duas caixinhas que levei).


Color Perfect 6 (Wella): Recém tingido na primeira foto e após
dois meses nas seguintes

Senti um pouco de medo de aplicar a tinta e o cabelo ficar neon novamente, então pedi para que fizessem primeiro o teste de mechas. Ókei, deu tudo certo e passaram no cabelo inteiro com a ox 20 (porque meus fios estavam ainda muito detonados): não lembro o tempo exato, mas primeiro aplicaram na raiz para depois de uns 20 minutos passarem no comprimento e ficar tudo igualado e sem manchas. Lágrimas escorriam pelos meus olhos, mas não eram de felicidade: o cheiro da tinta era um pouco forte e senti arder o couro cabeludo, mas até aí beleza porque a maioria das tinturas que usei me causavam esse efeito!


Beauty Color 7.4: Foto no meio na luz branca (sem flash) e as das pontas na luz do Sol

Depois do cabelo lavado e seco, ficou exatamente como nas imagens logo acima! Diferente da foto na caixa do produto, os cabelos não ficaram tão avermelhados (ufa!) e gostei muito do resultado, mas ainda queria um pouco mais acobreado... Mas bastou lavar algumas vezes para, tchanans!, desbotar exatamente para o tom que queria! :)


Beauty Color 7.4: Depois de um mês


Beauty Color 7.4: Depois de dois meses

Gostei MUITO do tom que ficou mesmo depois de três meses! Apesar de eu ter menosprezado por ser baratinha, a tintura me surpreendeu por ter durado tanto tempo sem desbotar muito. Só resolvi pintar novamente por conta da raiz que cresceu novamente, né... Em breve trago pra vocês a próxima parte da saga com a tintura Marijel 7.4! :)

[Outras blogueiras que também usaram Beauty Color 7.4]
Veja também os posts que outras blogueiras escreveram sobre a tintura e como ficou o resultado em seus cabelos!


Rafaela Santos, Alana e Lila Pink

+ Ruivo acobreado com Beauty Color 7.4, do blog Se eu fosse Alice
+ Amor Ruivo: Beauty Color 7.4, do blog Lila Pink
+ Beauty Color 7.4 com Ox. 40 Volumes!, do blog Rafaela Santos
+ Ruivo Cobre: Beauty Color 7.4, do blog Chica Formosa
+ Minha saga ruiva : 7.4 beauty color , do blog As Ruivas

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Sala de aula: Alimentação saudável (Informática Educativa)

Sala de aula: Alimentação saudável (Informática Educativa)
Ao longo do segundo semestre de 2014, nas aulas de Informática Educativa, desenvolvi com os alunos dos 2ºs anos um projeto com o tema Alimentação Saudável.


Os alunos durante as aulas de Informática Educativa

Durante as aulas, os alunos assistiram a alguns vídeos que abordavam essa temática, ouviram e realizaram leituras de textos, discutiram a respeito, jogaram o jogo da pirâmide dos alimentos para compreender como deixar a alimentação mais equilibrada, procuraram por receitas saudáveis em alguns sites pré-selecionados, e por fim fizeram uma pesquisa na internet para descobrir quais os nutrientes e benefícios que alguns alimentos oferecem à nossa saúde.


Um dos vídeos exibidos

Além de aprenderem alguns conceitos sobre alimentação saudável, os alunos tiveram a oportunidade de desenvolver habilidades relacionadas à área de informática: identificaram ícones de aplicativos, navegaram entre as pastas até encontrarem seus arquivos, acessaram a internet para buscar conteúdos, ler e filtrar as informações que escreveriam no MS Word, digitaram e aprenderam a acessar e navegar entre dois programas (browser e MS Word).


Com base na pesquisa que realizaram, foi produzido um folheto informativo chamado Os alimentos e seus benefícios. Antes, é claro, todos os textos foram revisados por mim junto aos alunos. Este material foi impresso e distribuído para o ciclo I do período matutino de nossa escola.

Quer saber como ficou o resultado deste trabalho? Veja logo acima o nosso folheto informativo! Deixo também o meu agradecimento à Sara, ao William e às professoras Débora, Elisabete e Valdete por todo apoio!

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